terça-feira, 10 de maio de 2011
Matérias do blog
terça-feira, 3 de maio de 2011
Suplementos alimentares
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Clube Pelotense de Judô
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Treino de glúteo
Em breve, mais dicas de treino!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Recuperação ativa
Diversos tipos de exercícios fazem com que os níveis de lactato sanguíneo aumentem, e isso é o que causa dor e desconforto muscular após as sessões. Daí entra a recuperação ativa, que tem como objetivo oxidar esse lactato que irá resultar em água e gás carbônico. A maneira ideal de realizar essa recuperação ativa é praticar de preferência a atividade que já é de costume entre 30% e 50% do VO2max.
Mas claro, sempre tome os devidos cuidados pois caso essa atividade seja praticada em uma intensidade acima do desejado, poderá acumular mais lactato além de correr riscos de lesões musculares e baixa da imunidade do organismo.
Respeite seus limites, e de preferência oriente-se com um profissional de educação física!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Dietas rigorosas?


Apostar em dietas que enxuguem os quilos extras em um curto espaço de tempo pode acabar tendo o efeito contrário. Uma pesquisa apresentada nesta quarta-feira aponta que quatro em cada dez mulheres que aderiram a uma dieta muito rigorosa terminaram ganhando até dois quilos a mais. O problema é que, depois de atingir o objetivo com muito sacrifício, elas acabam se descuidando e comendo muito mais, o que resultou em um aumento de peso em um prazo de apenas 21 dias.
“O controle de peso ideal requer um comprometimento holístico com foco na comida, no corpo e na mente”, afirma Ian Campbell, médico do programa de controle de peso Jenny Craig. Segundo ele, a maioria das mulheres procura formas de emagrecer de uma hora para outra, apostando em dietas rígidas e de efeito rápido, quando o recomendado seria uma reeducação alimentar mais duradoura.
O especialista afirma ainda que a opção por uma dieta para emagrecer em pouco tempo é, na maioria das vezes, um desafio quase insustentável. "Não se estabelecem metas realistas. O ideal seria que essas mulheres tivessem um foco mais real para terminarem o período pesando menos do que quando começaram a dieta", alerta.
fonte: http://veja.abril.com.br
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Índice glicêmico dos alimentos
Abaixo, vou colocar uma tabela com o IG dos alimentos:
Alimentos de alto índice glicêmico (> 85)
Alimentos de moderado índice glicêmico (60-85)
Alimentos de baixo índice glicêmico (<>
ALIMENTO | IG | ALIMENTO | IG |
| Bolos | 87 | Cuscus | 93 |
| Biscoitos | 90 | Milho | 98 |
| Crackers | 99 | Arroz branco | 81 |
| Pão branco | 101 | Arroz integral | 79 |
| Sorvete | 84 | Arroz parboilizado | 68 |
| Leite integral | 39 | Tapioca | 115 |
| Leite desnatado | 46 | Feijão cozido | 69 |
| Iogurte com sacarose | 48 | Feijão manteiga | 44 |
| Iogurte sem sacarose | 27 | Lentilhas | 38 |
| All Bran | 60 | Ervilhas | 68 |
| Corn Flakes | 119 | Feijão de soja | 23 |
| Musli | 80 | Spaguete | 59 |
| Aveia | 78 | Batata cozida | 121 |
| Mingau de aveia | 87 | Batata frita | 107 |
| Trigo cozido | 105 | Batata doce | 77 |
| Farinha de trigo | 99 | Inhame | 73 |
| Maçã | 52 | Chocolate | 84 |
| Suco de maçã | 58 | Pipoca | 79 |
| Damasco seco | 44 | Amendoim | 21 |
| Banana | 83 | Sopa de feijão | 84 |
| Kiwi | 75 | Sopa de tomate | 54 |
| Manga | 80 | Mel | 104 |
| Laranja | 62 | Frutose | 32 |
| Suco de laranja | 74 | Glicose | 138 |
| Pêssego enlatado | 67 | Sacarose | 87 |
| Pêra | 54 | Lactose | 65 |
Apostila: Nutrição aplicada à atividade física - autora: Profa. Letícia Azen - Consultora em Nutrição CDOF
FAO/OMS. Carbohydrates in Human Nutrition, 1998.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
atualizando . . .
Agora, vou aproveitar esse post para, além de avisar que voltarei a postar diariamente, mostrar o resultado da ultima avaliação do meu aluno Maurício. Esse mês, além do frio excessivo, ele teve de se ausentar algumas sessões por gripe, mas mesmo assim está cada dia mais progredindo!
parabéns, e até o proximo post!
Agosto:
% gordura: 15,4%
peso: 76kg
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Você faz abdominais?
A musculatura abdominal influencia diretamente na nossa postura, associada à ação dos músculos eretores da coluna e dos membros inferiores. Com o abdômen enfraquecido, você pode ter a postura prejudicada, facilitando o aparecimento de eventuais problemas posturais (escoliose, lordose) e dores associadas.
Por sustentar o corpo humano e manter o tronco ereto contra a gravidade, o abdômen tem sua em sua composição uma maior quantidade de fibras lentas, sabendo-se que também tem muitas fibras rápidas, responsáveis pelos movimentos dinâmicos e velozes realizados pelo tronco e quadril, principalmente quando nos referimos aos desportos e atividades físicas.
Na literatura específica provou-se que fazer os abdominais sem aparelho tem mais resultados, portanto, utilizar-se apenas de anilhas ou caneleiras é uma maneira mais indicada para quem quer melhores resultados.
Abaixo, os músculos a serem trabalhados e um pequeno quadro com as variações do exercícios:
Variações dos movimentos:

quarta-feira, 4 de agosto de 2010
atualizando . . .
Talvez domingo mesmo eu já poste o que achei do curso. No mais, até amanhã e boa noite a todos!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Qual a sua pisada?

sábado, 31 de julho de 2010
Açucar x Adoçante
O aspartame é o adoçante mais utilizado em refrigerantes e bebidas. Há estudos que o enquadram como uma neurotoxina (mata neurônios) e também como carcinogênico (provoca câncer). E não pára por aí. Com o consumo do aspartame, o nosso corpo produz o metanol (álcool de madeira). Essa substância tóxica pode gerar dor de cabeça (cefaléia), desmaio, convulsões, perda de memória, oscilações de humor, depressão, entorpecimento das extremidades, náusea, perturbação gastrointestinal e sintomas de fibromialgia. E os cientistas apontaram que há indícios de o aspartame poder causar elevações nos níveis de insulina. O gel de Aloe vera possui triptofano. Quem faz uso do gel, não deve usar aspartame.
Ciclamato de sódio: É 30 vezes mais doce do que a sacarose. O ciclamato é probido nos Estados Unidos, Inglaterra e Japão. Atualmente, existem no Brasil diversos adoçantes de mesa à base de ciclamato e sacarina, sendo que os mais vendidos possuem a proporção de duas partes de ciclamato para uma de sacarina. Por isso somos terceiromundistas. O ciclamato é um sal do ácido N-ciclo-hexil-sulfâmico (CHS). Tem problema de pressão arterial? É o mesmo problema da sacarina sódica. Por que seu médico ou nutricionista não falaram disso? Pergunte a eles.
Stévia: Por fim, existe uma substância que foi enquadrada como adoçante, a Stévia, que é um produto oriundo de uma planta de mesmo nome. É um adoçante que até nos faz bem, sendo 30 a 100 vezes mais doce do que o açúcar refinado. A Stévia é um adoçante natural. Evita cárie e não é metabolizado no organismo. Os índios da América do Sul, em particular do Paraguai, já conheciam a planta Stévia há mais de mil anos e a utilizavam como parte de sua dieta. Tome apenas cuidado porque existem fabricantes mal intencionados que vendem o produto da Stévia agregado à sacarina e outros adoçantes artificiais. O nome Stévia vende por si só, por isso as indústrias enganam as pessoas desinformadas.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Os perigos do açucar
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Crescimento Perigoso
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Óxido Nítrico natural!
terça-feira, 27 de julho de 2010
Entendendo o Limiar Anaeróbio
segunda-feira, 26 de julho de 2010
A História dos Cosméticos
Foi pensando nisso que Annie Leonard, autora dos vídeos A História das Coisas e a História da Água Engarrafada, lançou, hoje, “A História dos Cosméticos”, que foi atrás de cientistas e descobriu que muitos produtos de higiene e beleza, de uso pessoal, podem causar câncer, problemas ao sistema nervoso e à saúde reprodutiva, além de asma e dificuldades de aprendizado.
Annie se submeteu a exames médicos e descobriu que seu corpo possui vestígios de ingredientes nocivos como mercúrio e chumbo, entre outros. O chumbo, por exemplo, está presente em boa parte dos batons. Ela descobriu que nem mesmo os produtos para bebês estão livres de uma série de ingredientes prejudiciais.
Baseada no que chamou de princípio do “toxics in, toxics out” – tóxicos para dentro, tóxicos para fora – a autora alerta que, se são inseridos produtos químicos que fazem mal à saúde nos cosméticos, evidentemente, eles afetam os trabalhadores das fábricas, a comunidade do entorno e os consumidores.
Ela também chama a atenção para a incoerência de certas marcas que fazem campanhas contra o câncer de mama, por exemplo, e, ao mesmo tempo, contêm ingredientes cancerígenos em suas fórmulas.
Mas o vídeo não traz nenhuma teoria da conspiração. Para Annie, as indústrias apenas estão agindo da mesma maneira que o faziam na década de 1950, quando as pessoas estavam deslumbradas com os avanços da indústria química e se esqueciam de olhar para os impactos de tantos produtos sobre nossa saúde.
Há fabricantes que alegam que a quantidade de ingredientes prejudiciais é tão pequena que não chega a causar nenhum dano real ao corpo humano. Pode até ser. Mas a combinação de vários produtos, diariamente, acaba gerando um grande volume de tóxicos em nosso organismo.
Esse problema só será resolvido, segundo o vídeo, quando a sociedade pressionar os governos a criar leis que dêem aos órgãos corretos o poder de verificar a segurança dos ingredientes e dos cosméticos para a saúde.
Hoje, o que impera é uma falta geral de regulamentação. Palavras como “herbal”, “natural” e “orgânico”, não têm nenhuma definição legal. Isso significa que qualquer um pode colocar essas palavras no rótulo de seu produto – e é exatamente isso o que as indústrias fazem. O que dificulta e muito nossas escolhas diante das prateleiras. Atualmente, a indústria de cosméticos é quem cria suas próprias regras de conduta que, além de tudo, são voluntárias.
Annie diz que muitas empresas responsáveis já desenvolvem cosméticos sem prejuízos à saúde e que a química verde tem se esforçado em encontrar ingredientes substitutos interessantes. Ela defende que os componentes tóxicos, independentemente da quantidade, sejam banidos dos produtos de higiene e beleza.
Enquanto as leis não são feitas, a autora sugere o site Safe Cosmetics, que apresenta as melhores opções do mercado.

